A Lenda da Besta-Fera
A Besta-Fera é uma criatura lendária que aparece no folclore brasileiro como uma das figuras mais assustadoras trazidas pelos colonizadores portugueses e adaptadas pelo imaginário popular ao longo do tempo.
A Besta-Fera é uma criatura lendária que aparece no folclore brasileiro como uma das figuras mais assustadoras trazidas pelos colonizadores portugueses e adaptadas pelo imaginário popular ao longo do tempo.
Na pequena cidade de Pedra Branca, existia uma estação de rádio antiga, abandonada havia mais de vinte anos. A torre ainda ficava de pé, enferrujada, tilintando quando o vento batia forte. À noite, todos evitavam passar por ali. Não porque acreditavam em lendas, mas porque, por mais que ninguém admitisse, todos já tinham ouvido algo vindo daquela torre: vozes… mas não de vivos.
A irmã de Eduardo, Laura, trabalhava como enfermeira em uma cidade do interior. Toda noite, para economizar tempo, ela pegava um atalho conhecido como Estrada dos Ossos — um trecho de 14 km onde não havia casas, luzes ou sinal de celular. O nome vinha de boatos antigos: gente que desaparecia ali e nunca mais era encontrada.
Helena adorava tirar fotos de paisagens antigas. Em uma viagem a uma vila isolada, encontrou uma loja pequena com objetos velhos e uma caixa cheia de fotografias antigas, todas em preto e branco.
Uma delas chamou sua atenção: mostrava uma família diante de uma casa, mas todos estavam borrados… exceto uma menina no canto da foto. Ela estava perfeitamente nítida — olhos abertos demais, sorriso forçado demais.
Havia uma estrada rural onde ninguém gostava de passar à noite. No meio dela, existia uma casa pequena, quadrada, sem nenhuma janela — só uma porta enferrujada na frente. Diziam que foi construída assim para “manter algo preso lá dentro”.
Lucas havia acabado de se mudar para um apartamento pequeno no terceiro andar de um prédio antigo. O aluguel era barato demais — mas ele não questionou. Precisava economizar.
Todo mundo na cidade evitava pegar o ônibus das 23h17. Embora a empresa negasse, os motoristas mais antigos juravam que aquela linha era amaldiçoada desde um acidente que aconteceu muitos anos antes, quando um ônibus caiu na ribanceira levando todos os passageiros.
Na pequena cidade de Serra Negra, havia uma casa abandonada no fim da rua de terra, conhecida como a Casa da Meia Voz. O nome vinha de um boato estranho: quem dormia ali dizia ouvir alguém chamando seu nome — não alto, não baixo — apenas meio, como se a voz fosse cortada ao meio, vinda de dentro das paredes.
Jericoacoara, no Ceará, é famosa por suas dunas, lagoas e praias paradisíacas. Mas além das belezas naturais, a região também guarda uma das lendas mais intrigantes do folclore nordestino: a da Princesa Encantada, uma jovem amaldiçoada que vive sob as areias da região, guardando tesouros e esperando o dia em que será libertada.
Entre museus sombrios, lendas urbanas e relatos perturbadores, poucos objetos têm uma reputação tão aterrorizante quanto Robert, o Boneco — uma figura aparentemente inofensiva que se tornou um dos brinquedos mais temidos do planeta. Sua história está cercada de mistério, maldições e relatos assustadores que continuam vivos até hoje.
Prepare-se: esta é a história real do boneco que muitos acreditam ser verdadeiramente amaldiçoado.
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Entre todos os objetos amaldiçoados que o mundo já conheceu, poucos são tão famosos — e temidos — quanto Annabelle, a boneca que inspirou uma das franquias de terror mais conhecidas do cinema.
Mas o que poucos sabem é que, antes de ser retratada nas telas com um rosto de porcelana assustador, Annabelle existiu de verdade — e sua aparência era bem diferente.
Imagine um jogo de luta dos anos 90 em que cada personagem é inspirado nas lendas do folclore brasileiro. Um duelo entre o Mapinguari e o Curupira, ou uma batalha épica entre Naiá (a Vitória-Régia) e o Ipupiara. Agora imagine que esse jogo parece tão real, com capas, discos e revistas fictícias, que você quase acredita que ele existiu. Esse é o universo mágico de Folklore Warriors 98.